sábado, 17 de abril de 2010

Poema do amor.

O amor é assim... Assim? Como assim? Assim como se fosse doce. Mas doce? Doce não é o gosto do amor ou pelo menos do meu amor, me perdoem...

O amor é assim... Assim? Como assim? Assim com se fosse azedume. Mas azedume? Azedume não é o gosto do amor ou pelo menos do meu amor, me perdoem...

O amor é um azedume doce... Nem só azedume nem tão doce. Mas como assim? Ou é azedume ou é doce... Mas isto na sua lógica. Qual é a lógica? Seria a lógica ilógica de um amor sem lógica?

Talvez.

O amor não foi, não é e nem jamais será. O amor não se conjuga, no amor não há literalidade. O meu amor não é o seu amor e não há peremptoriedade. Quem é você pra falar de amor?