quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Quem és tu maldita?

Num primeiro instante sorrir-me;
No seguinte derramar-se em prantos;

Beijar-me, deixar-me de todo grande;
Morder-me sem lamúrias ou espanto;

Que mistério é esse, esse tal de hormônio?
Que falta me faz um clone;

Que falta me faz um homônimo...

Não sei se és falsa e dissimulada;
Se és louca e desvairada;
Ardilosa ou mal versada...

Só sei que nada sei;
E sei que nada saberei...

Antítese desgraçada;
Que magoa e após afaga;

Olho-te, linda... És minha flor;
Pisco... onde estás meu amor?!

O que esperar de ti?


Hormônios... Mulheres... Que Deus às protejam, mas olhe por mim...



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