Quando teu corpo encosta-se ao meu;
Arde o inferno e não mais diz adeus;
Quando tuas mãos insculpem o prazer;
Percebo um crescimento em todo meu ser.
Ao gritastes com teu;
O odor se espalha;
O suor escorre;
Minha boca molha;
Te trazendo marcas sem pudor;
Do descompasso de um amor;
Do prazer de sentir teu orgasmo contornar tuas pernas;
Que trêmulas lameiam meu sorriso com o mar de uma libido;
Que cedeu às lascivias de um pecador;
Que por instantes deu adeus ao meu Deus;
Para reencontrá-lo logo então;
Com toda a minha razão.
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