O amor é assim... Assim? Como assim? Assim como se fosse doce. Mas doce? Doce não é o gosto do amor ou pelo menos do meu amor, me perdoem...
O amor é assim... Assim? Como assim? Assim com se fosse azedume. Mas azedume? Azedume não é o gosto do amor ou pelo menos do meu amor, me perdoem...
O amor é um azedume doce... Nem só azedume nem tão doce. Mas como assim? Ou é azedume ou é doce... Mas isto na sua lógica. Qual é a lógica? Seria a lógica ilógica de um amor sem lógica?
Talvez.
O amor não foi, não é e nem jamais será. O amor não se conjuga, no amor não há literalidade. O meu amor não é o seu amor e não há peremptoriedade. Quem é você pra falar de amor?
sábado, 17 de abril de 2010
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Te amo
Não me canso de amar nem tenho um amor cansado, é apenas mudo com as palavras que o vento leva para longe, não se sabe onde, que lugar distante...
Amor que o vento leva é amor inconstante, que se faz de amante, é amor volúvel, que nas encostas não vira as costas e sai amando, mas até quando?
Amor que o vento leva é amor inconstante, que se faz de amante, é amor volúvel, que nas encostas não vira as costas e sai amando, mas até quando?
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Suave...
Leve como pluma;
Suave revoar;
Corpo como espuma;
Desnuda a me banhar;
Escorre em meu desejo;
Procura como par;
Envolve com gracejo;
Prazer tem pra contar...
Suave revoar;
Corpo como espuma;
Desnuda a me banhar;
Escorre em meu desejo;
Procura como par;
Envolve com gracejo;
Prazer tem pra contar...
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
A pomba
Certa fada que conheço;
Virgem, formosa e bela;
Pediu-me com olhos travessos;
Que eu me chegasse à ela;
Essa fada é safada;
Me afoga me afaga;
Essa fada é pirada;
Me esquenta e me alimenta;
Pomba-rola, pomba-gira;
Pouse aqui, me faz de mira;
Faz teus olhos se virarem;
E nossos corpos se amoldarem;
Acomode teu membro ao meu;
Faz meu membro repirar do teu;
Embebede-o com as bravas águas de teu ser;
Mate-o com perfidos orgasmos de prazer...
Pomba-rola, pomba-gira... Ai ai...
Virgem, formosa e bela;
Pediu-me com olhos travessos;
Que eu me chegasse à ela;
Essa fada é safada;
Me afoga me afaga;
Essa fada é pirada;
Me esquenta e me alimenta;
Pomba-rola, pomba-gira;
Pouse aqui, me faz de mira;
Faz teus olhos se virarem;
E nossos corpos se amoldarem;
Acomode teu membro ao meu;
Faz meu membro repirar do teu;
Embebede-o com as bravas águas de teu ser;
Mate-o com perfidos orgasmos de prazer...
Pomba-rola, pomba-gira... Ai ai...
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Quem és tu maldita?
Num primeiro instante sorrir-me;
No seguinte derramar-se em prantos;
Beijar-me, deixar-me de todo grande;
Morder-me sem lamúrias ou espanto;
Que mistério é esse, esse tal de hormônio?
Que falta me faz um clone;
Que falta me faz um homônimo...
Não sei se és falsa e dissimulada;
Se és louca e desvairada;
Ardilosa ou mal versada...
Só sei que nada sei;
E sei que nada saberei...
Antítese desgraçada;
Que magoa e após afaga;
Olho-te, linda... És minha flor;
Pisco... onde estás meu amor?!
O que esperar de ti?
Hormônios... Mulheres... Que Deus às protejam, mas olhe por mim...
No seguinte derramar-se em prantos;
Beijar-me, deixar-me de todo grande;
Morder-me sem lamúrias ou espanto;
Que mistério é esse, esse tal de hormônio?
Que falta me faz um clone;
Que falta me faz um homônimo...
Não sei se és falsa e dissimulada;
Se és louca e desvairada;
Ardilosa ou mal versada...
Só sei que nada sei;
E sei que nada saberei...
Antítese desgraçada;
Que magoa e após afaga;
Olho-te, linda... És minha flor;
Pisco... onde estás meu amor?!
O que esperar de ti?
Hormônios... Mulheres... Que Deus às protejam, mas olhe por mim...
terça-feira, 2 de outubro de 2007
A logistica do amor
Teu corpo escorreito sobre o lençol me faz mudo em palavras.
Tens pele de seda;
Amacias minha alma;
Inebrias meus desejos;
Me faz te fazer mulher.
Mulher de muitos dotes,
Que me adota em teus seios;
Que me explora por inteiro;
Que acalentas minha fome;
Que saceias minha sede;
Mulher que te faz mulher.
Amar-te;
Desejar-te;
Ter-te!
Tens pele de seda;
Amacias minha alma;
Inebrias meus desejos;
Me faz te fazer mulher.
Mulher de muitos dotes,
Que me adota em teus seios;
Que me explora por inteiro;
Que acalentas minha fome;
Que saceias minha sede;
Mulher que te faz mulher.
Amar-te;
Desejar-te;
Ter-te!
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Sentidos
Grandes ou pequenos, teus lábios precisam ser regados;
Regados como flor;
Regados sem dor;
Regados de amor;
Fazer sentir além de teus sentidos;
Fazer sonhar além de teus sonhos;
Fazer do amor tua ausência de pudor;
Fazer do pudor tua inspirção ao amor.
Regados como flor;
Regados sem dor;
Regados de amor;
Fazer sentir além de teus sentidos;
Fazer sonhar além de teus sonhos;
Fazer do amor tua ausência de pudor;
Fazer do pudor tua inspirção ao amor.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Banho-te!
Folgosa,
Folgada,
Insinusa,
Escancarada,
Pervertida,
Despudorada,
Quando beija lambe,
Quando lambe chupa,
Quando chupa engole,
Quando engole engasga.
É o meu eu jorrando, Lambuzando tua alma, por cima, por baixo, insaciável banhar de prazer, que encontra o seu bem-estar com a porra do meu ser. Mereço? Faço por onde...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
O tamanho de um amor
Cada parte de meu corpo te inspira com pecado, tua alma é tua fenda, sem mistérios, despautério, abres-te à mim e clamas por prazer, és dada em teu íntimo e me tratas para ter, alma perdida de sevícias e despudor, celebras teus momentos com meu cedro e muita dor, o amor não representa se meu cedro te ausenta, viciada estas tu corrompida em teu "nú".
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Sexo
Chupo teu pescoço!
Beijo tua nuca!
Suspiro em tua orelha!
Arrepio tua pele!
Arranco tua carne!
Puxo teu cabelo!
Abro tuas pernas!
Penetro em teu sexo!
Lameio o meu penis!
Te faço flutuar...
Sexo tem pegada!
Sexo tem pegada!
Sexo tem odor!
Sexo tem carinho!
Sexo é com dor!
Sexo é violento!
Sexo é perversão!
Sexo é fantasia!
Sexo é despudor!
quarta-feira, 18 de julho de 2007
peco, arrependo-me, peco...
Olho-te,
Desnudo-te,
Peco...
Escondes-me por timidez,
Desvendo-te em danação,
Aos meus olhos tuas vestes não enxergo,
Vejo-te nua sem pudor sem permissão,
Quando sorristes queres amor,
Quando esbravejas-te vou pecador,
À mim és muda em voz,
Sinto-te,
Ouço-te em meu prazer,
Gozo,
Peco...
Desnudo-te,
Peco...
Escondes-me por timidez,
Desvendo-te em danação,
Aos meus olhos tuas vestes não enxergo,
Vejo-te nua sem pudor sem permissão,
Quando sorristes queres amor,
Quando esbravejas-te vou pecador,
À mim és muda em voz,
Sinto-te,
Ouço-te em meu prazer,
Gozo,
Peco...
quarta-feira, 11 de julho de 2007
sensações
Minha libido está em ti...
Quando faço tuas pernas tremer,
Quando sinto de ti o odor,
Quando emerge do um interno calor,
Quando trago à minha boca o sabor,
Quando ouço tua voz sussurrar,
Quando faço tuas pernas molhar
Quando sinto o cardia disparar,
Quando ensopas meu rosto de amor,
Quando esvai-se de gritos sem dor!!!
O pecado da gula
Teu prazer tráz-me a gula!
Tua seiva me alimenta!
Nutritiva!
Faz-me crescer!
Pecador!
Quero comer-te!
Não me sacias!
Vicias-me em teu gosto!
Em teu cheiro!
Pecadora!
Faz-me pecar!
Desejar-te!
Lambuzar-me em teu molho!
Deglutir-te o dia inteiro!
Tô com fome!
Posta à mesa!
Mexo-te!
Estás quente!
Queimarás minha boca!
Gula!
Pecador!
Vou mete-la pra dentro!
Vou até o finalzinho!
Tô com fome!
Como rápido!
Com vontade!
Força!
Furo-te com garfo!
Rasgo-te com a faca!
Prazer!
Tô com fome!
Sujas-me!
Escorregas!
Muito molho!
Suculenta!
Pecadora!
Quero comer-te!
Tô com fome!...
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Flor da minha vida
Beleza incomum;
sexualidade voluptuosa;
olho-te vejo uma flor;
abre-te vejo uma rosa;
flor de contornos insinuantes;
Ávida pra seres regada;
Alimentada;
Guarda o extrato dentro de si como se vida fosse criar;
Tem gosto não sei de que;
Quem sabe de prazer;
Vicia;
Alucina, mas não é droga;
Se mexe;
Contrai-se, mas não tem vida;
Não sei o que é;
Só sei que sem ela não como;
Só sei que sem ela não vivo;
vegeto...
segunda-feira, 2 de julho de 2007
ESTUPRO CONSENTIDO EM MÃO DUPLA COM A MÉTRICA DO PRAZER...
Instigo teu desejo;
Te levo ao descontrole;
Arrebento tuas roupas;
Encaro tuas entranhas;
Te imprenso na parede;
Arreganho tuas pernas;
Penetro no teu ser;
Escuto os teus gritos...
Esfregas por meu corpo;
Descobres minha pele;
Abocanhas meu prazer;
Arranhas minhas costas;
Gemidos à perder;
Cobrimo-nos, e as estrelas como cúmplices...
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Menina mulher parte ll
Menina;
Pura;
Reta;
Intácta;
Angelical.
Mulher;
Devassa;
Sinuosa;
Possuida;
Diabólica.
Nascida por Deus;
Criada pro Diabo;
Quando da reta se faz curva;
Quando do doce se faz picante;
A menina virou mulher;
O Anjo virou Demônio;
Demônio do bem;
Demônio que faz bem.
ADeus menina, meu inferno não é pra ti...
terça-feira, 12 de junho de 2007
Menina mulher
Menina;
Pura;
Anjo;
Deseja-la;
Purgatório;
Inferno.
Enxergar-me;
Odor;
Sexo;
Queimação...
A menina virou mulher;
A pureza se emputeceu;
O anjo virou Diabo;
A menina se perdeu...
domingo, 10 de junho de 2007
Sentindo a vida
Penetrar por entre corredeiras;
Contrair;
Dilatar;
Intermitente descompasso;
Desregrado;
Abençoado;
Me aperta;
Me amarra;
Me afoga;
Me afaga;
Cachoeira interminável;
Inebria;
Me faz maior;
Desbravar;
Me matar;
Me entregar;
O inferno galgar;
No compasso do prazer;
Faz meu ser existir na certeza de ter sido;
E o meu partir o sentido de ter existido.
sábado, 9 de junho de 2007
Muito prazer meu nome é...
Quando teu corpo encosta-se ao meu;
Arde o inferno e não mais diz adeus;
Quando tuas mãos insculpem o prazer;
Percebo um crescimento em todo meu ser.
Ao gritastes com teu;
O odor se espalha;
O suor escorre;
Minha boca molha;
Te trazendo marcas sem pudor;
Do descompasso de um amor;
Do prazer de sentir teu orgasmo contornar tuas pernas;
Que trêmulas lameiam meu sorriso com o mar de uma libido;
Que cedeu às lascivias de um pecador;
Que por instantes deu adeus ao meu Deus;
Para reencontrá-lo logo então;
Com toda a minha razão.
Mulher
Mulher naturalmente;
Simplesmente mulher.
O que esperar de ti?
Por si indecifrável,
Um encanto inexpressável,
Faz de teu feitiço natural tua magia obscena;
Desvendar-te impossível;
Desnudar-te um olhar;
Desejar-te existires;
Pobre do homem;
Pobre de mim.
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